O Palmeiras acertou a venda do meia-atacante
Allan ao Manchester City, da Inglaterra, em uma negociação que pode alcançar 40 milhões de euros, o
equivalente a aproximadamente R$
240 milhões.
De acordo com informações do jornalista Flavio Latif, do UOL, em São Paulo,
o acordo prevê inicialmente 37,5
milhões de euros fixos, cerca de R$ 225 milhões, além de outros
2,5 milhões de euros em bônus por metas. O Palmeiras detém 90% dos direitos
econômicos do jogador.
Embora o clube paulista ainda não tenha
anunciado oficialmente a conclusão da transferência, já aceitou a proposta
apresentada pelo clube inglês.
Peça importante do Palmeiras
A negociação chama atenção pelo momento vivido
por Allan. O jovem vinha sendo considerado um dos principais jogadores do
elenco palmeirense e era titular absoluto da equipe comandada pelo técnico Abel
Ferreira.
Em 2026, Allan participou de 42 dos 48 jogos disputados pelo
Palmeiras, começando como titular em 36 oportunidades. No
período, marcou seis gols
e deu seis assistências, números que ajudam a explicar o
interesse do Manchester City.
A saída acontece justamente em uma fase
decisiva da temporada. O Palmeiras permanece na disputa pelos principais
títulos do ano e terá agora de encontrar alternativas para compensar a ausência
de um jogador que vinha ocupando papel importante no esquema da equipe.
Desfalque já contra o Santos
Allan já não estará à disposição do Palmeiras
no confronto contra o Santos, marcado para esta quarta-feira (26), pelo jogo de
ida das quartas de final da Copa
do Brasil.
A ausência aumenta o desafio para o clube, que
precisa administrar o calendário e, ao mesmo tempo, reorganizar o elenco diante
da saída de uma de suas principais peças.
Para o Manchester City, a contratação
representa mais um investimento em um jovem talento do futebol brasileiro. Para
o Palmeiras, a negociação reforça a capacidade do clube de revelar e valorizar
jogadores, mas também cria um desafio esportivo imediato.
Fonte: Flavio Latif/UOL.
Informações reproduzidas e contextualizadas pelo Blog do Luiz Sérgio Castro.

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